Demônios Psíquicos – A MORTE

A MORTE à partir de uma visão holística considerando as faculdades psíquicas, energéticas e espirituais. E claro, a influência direta e indireta dos “demônios psíquicos”.

Mas antes, convido você para ler os demais posts sobre os “demônios psíquicos”, acesse através do link: https://mfterapeuta.com/category/demonios-psiquicos/

Enquanto energia, nossos corpos estruturam o nosso “ser” em várias dimensões e subníveis dimensionais. O corpo físico, por exemplo, estrutura a experiência do “ser” na condição de encarnado, ou seja, na dimensão física da realidade. A morte do corpo físico é uma “lei universal” cabível à todos, independente de como seja, natural ou por acidente, implica em obrigatoriamente aceitá-la. A não aceitação te tira da sincronicidade perante o universo autoconsciente. E substimar a morte é uma forma de não aceitação.

A maneira mais típica de substimar a morte é violando o fator “tempo e espaço”. É claro que o tempo e o espaço são fatores difíceis de compreendermos na visão linear da vida. É preciso perceber a vida de forma mais profunda e abrangente, além do tempo e do espaço, considerando a multidimensionalidade do “ser” em vários níveis da realidade.

Na prática substimamos a morte ao negar nossa responsabilidade existencial. Fazemos isso quando não cuidamos de nós mesmos. Criamos normoses, e de maneira equivocada estamos em intensa comparação com o outro, em disputa constante com o outro, com o irmão, a mãe, o pai, os amigos, os filhos, os colegas de trabalho, e assim, não haverá despertar consciencial. Estamos eternizados numa forma de pensar e perceber a vida, diminuindo as possibilidades de crescimento. Não é proibido se comparar, mas é uma grande tragédia criar pseudoverdades à partir da comparação.

A moral vem de maioria, se a maioria achar que é o “jeito A” de viver é o correto, cria-se uma pseudoverdade, e quem violar esta forma será condenado e julgado pelos demais. Assumir a verdade interior é mais difícil do que você pensa, para alguns é praticamente impossível.

Numa sociedade onde você é tolido, “a morte” se torna uma companheira. Você aprende à morrer e matar. Para você que não assume a verdade interior, a felicidade está nas mãos do sistema, a saúde está nas mãos do sistema, a segurança, e até mesmo a sua relação com Deus passa pelas mãos do sistema. É fato que o sistema abarca todos, todos nós estamos no sistema, mas é possível estarmos com os pés dentro e a cabeça fora.

O ódio é uma raiva guardada dentro de nós, e com a chegada das redes sociais aumentou a interação entre as pessoas. Ou seja, as comparações estão mais intensas e potencializadas. A inveja em si está à flor da pele. O pobre queria ter a casa do rico, e o rico queria conseguir ser alegre expontâneamente, e milhares de outras comparações.

Este ódio afomenta a necessidade da busca interior, e as religiões estão absorvendo esta demanda de pessoas e tentando encaixá-las na crença que sustenta a tal religião. O problema das pessoas é o ódio, e consequentemente as tristezas, as culpas e os medos. O ódio é a ausência de amor ou a incapacidade de amar.

Quem está distante do amor, não vive, está morto, porém é morto em potencial de ser destruidor. Não é um morto neutro, é um morto de amor, vivo em ódio. Este ódio alimenta forças espirituais, psíquicas e energéticas, um volume enorme de negatividade sobre todos nós. Se você decidir abrir um bar para vender pinga, cigarro, prazer fácil, certamente terá muita proteção espiritual. Mas se você decidir abrir um local de autoconhecimento, se prepara pois você terá pouca proteção espiritual e muitos ataques espirituais da baixa vibração.

Eu adoraria poder dizer o contrário, como eu gostaria que fosse verdade que o bem possui maioria do que o mal, só que não. Nesta faixa existencial o mal está próximo de nós não por falha divina, está aqui para ser “curado”. Aprender amar me parece ser a missão de cada um de nós.

As religiões impõe amor, acham que você carrega um amor transcendental, elas não ensinam amar, elas exigem que você ame. Ai você tenta amar, e como é óbvio você falha, na falha você dopa suas vontades e perde o seu poder pessoal. E daí pra frente, você deixa de ser você, e passa à ser um produto do meio.

A religião saudável é àquela que visa o conhecimento, que te ajuda aprender amar. E quem ama não julga, o julgador é o assassino do outro, só mata quem já está morto.

Todas as religiões que pregam a dualidade, que polarizam a verdade em absoluta, que manipulam pessoas, que diminuem o poder pessoal, prestam um mal serviço para a sociedade. Pois estão alimentando a mente de seus adeptos em como não amar. Uma religião deve ser avaliada no dia à dia, e se você tiver um pouquinho acordado saberá perceber a verdadeira intenção que ela carrega.

Márcio por que você está falando disso se o tema do post é morte ? Desculpa, eu realmente estendi um pouco, mas agora poderei ficar mais à vontade para falar da morte sabendo que você já criou uma linha de raciocínio.

A morte espiritual, psíquica e energética afomenta o interesse de muitas pessoas e claro, de muitas correntes espirituais malígnas. A ausência de Deus, ou a ausência de amor, ou a presença do ódio te faz buscar, e você transfere a responsabilidade de cura consciencial para uma instituição. Você maqueia uma cura.

Vale saber que uma televisão transmite o que dá audiência, existem muitas críticas sobre a programação das televisões. Acontece que ela transmite o que queremos assistir. Somos nós que decidimos a programação de uma TV. E se as televisões estão transmitindo mentiras, é porque somos adeptos de ilusões e temos medo da “verdade interior”.

Quem não assume a verdade interior está morto. Morreu ou está morrendo psiquicamente. Morreu ou está morrendo energéticamente. Morreu ou está morrendo espiritualmente. Negar e fugir das tuas sombras é perder uma linda oportunidade de cura consciencial. Negar teus “demônios psíquicos” te deixa vulnerável perante os manipuladores.

Os manipuladores, tanto os encarnados quanto os desencarnados, pregam cura fácil. Desapropriam um mal que é seu, tiram de você a chance de assumir este mal e transcender sobre eles. Você aceita por ser adorador da ignorância. O etérno ignorante é o espertinho que prefere não saber de nada, tem medo de assumir a responsabilidade sobre a própria vida.

As religiões tem medo de pregar o autoconhecimento, pois elas sabem que seus adeptos se tornarão independentes delas. As religiões precisam de reformas doutrinárias, todas, estão em crise consciencial, estão lotadas de pessoas que buscam um milagre externo, sendo que o verdadeiro milagre é de dentro pra fora. A religião que conseguir auxiliar uma pessoa aprender amar, correrão o risco de perder os dependentes, os ignorantes, os medíocres, mas certamente terão uma qualidade espiritual profunda e curadora.

A culpa não é dos demônios externos, a culpa é da pessoa que não assume a verdade interior e acaba eternizando os demônios presos pela própria consciência. Está na Terra à turismo e ainda não percebeu a rica e linda oportunidade que estamos vivendo, abundantes de bençãos que nos remete à evolução.

Se você conseguir aceitar que a morte acontece quando você está dormindo, é um grande passo para quem precisa aprender viver. Para acordar é necessário estar consciente das tuas sombras, dos teus demônios, assumir sua humanidade.

Os demônios psíquicos estão dormindo, estão mortos, estão eternamente presos pelo ódio. Eu já disse em outros posts que a eternidade é uma qualidade e não um fator temporal. Se cada um de nós assumirmos nossos íntimos demônios, eles não ficarão soltos por aí colapsando o mal.

O projeto Terra caminha velozmente para terminar em colapso global, seja através de uma guerra nuclear, ou seja através de uma intervenção do comando Terra com possibilidades de impactos de outros astros e meteóros. Noventa por cento das pessoas estão experienciando suas últimas oportunidades de encarnação na Terra. Negar a responsabilidade de cura dos teus próprios demônios vai fazer com que este processo de colapso globol acelere. Acelera porque temos pouco tempo para curar nossas partes, e infelizmente no caos existencial conseguimos assumir mais rapidamente nossa verdade interior.

Eu gostaria que pudéssemos assumir nossas faculdades maldosas de maneira mais tranquila, gradativa e equilibrada, em gratidão à cada cura que acontece. É preciso falar que a misericórdia divina implica justamente em não ter “marmelada”. Todos estaremos submetidos às mesmas regras, não tem privilégios e tão pouco preferidos. Com tanta abundância de conhecimentos nem mesmo a “benção da ignorância” vai polpar alguém. O ignorante vai responder pela ignorância e todas as consequências que ela trás.

O meio, o sistema, a sociedade doente, tudo isso merecemos, por enquanto, eu não quero que continue assim, quero viver um cenário melhor, com pessoas melhores, mais acordadas e humanas, conscientes do mal e não escravas dele, felizes de verdade e não manipuladas pelo prazer perecível, enfim, te convido à conhecer o curso “Demônios Psíquicos”, realize sua pré-inscrição através do link: https://mfterapeuta.com/demonios-psiquicos/

Muita paz, boas vibrações e vida que segue…

Marcio Ferrari

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